Um fim realista para a vila

7 09 2008

Todos os dias da semana, acordo cedo para trabalhar. Além do toque absurdamente chato(e por isso eficiente) de meu celular, utilizo minha televisão como despertador. Pois bem, de algumas semanas pra cá, notei que a emissora do grande ídolo nacional Silvio Santos, resolveu fazer algo que “nunca” faz normalmente: mudou o horário de alguns programas e introduziu o Chaves de manhã. Não poderiam ter feito melhor! Obrigado, Silvio! Minhas manhãs ficaram mais divertidas, apesar do sono!

Um dia desses, estava assistindo um episódio enquanto me arrumava para saír. Assim como eu, acredito que boa parte dos fãs de Chaves já deve ter parado para pensar como seria o futuro desses personagens. De um jeito meio sarcástico, meio realista, concluí o meu abaixo. O futuro é incerto e bastante cruel para nossos ídolos mexicanos. Espero que gostem.

Chaves – Nosso pobre garoto cresceu, físicamente e “revoltadamente”. A falta de oportunidades na vida o fez buscar caminhos mais fáceis(e portanto, não necessariamente corretos) para conseguir sobreviver. Sua conturbada adolescência trouxe consequências irremediáveis. O garoto conheceu pessoas erradas, em momentos errados. Acabou se metendo com drogas. Acusado de furtos na vila, foi expulso em pouco tempo e passou a viver na rua. A partir daí uma vida criminosa se estabeleceu para o jovem Chaves. Latrocínio, homicídio culposo, formação de quadrilha, homicídio triplo qualificado, extorsão, roubo e muitos outros crimes foram cometidos pelo garoto. Anos após sua saída da vila, foi encontrado morto dentro do velho e bom barril em que vivia antigamente. A perícia aponta 2 possibilidades: overdose ou assassinato(suspeita-se de que um conhecido o tenha feito).

Nho Nho – Como era de se esperar, o filho de Seu Barriga não conseguiu controlar a compulsão por comida, fato este devido à ausência da mãe e, até certo ponto, do pai. Durante a adolescência, desenvolveu a obesidade, assim como todas as outras doenças relacionadas ao seu sobrepeso, como hipertensão, diabetes e problemas cardiovasculares. Certo dia, passou mal na rua e infartou. O susto serviu como mensagem para o que viria: supervisão médica constante, além de uma vida limitada. Seu pai, o Barriga, teve que arcar com todos os custos hospitalares, causando sérios problemas financeiros à família.

Seu Madruga – Quem diria! Foi um dos únicos que tiveram sucesso na vida, mesmo que inesperadamente. Madruga sempre foi conhecido por “evitar o trabalho”. Preferia viver no aperto a ter de acordar cedo todos os dias. O único trabalho que conseguiu, à época, era o de cabo-man em um programa de televisão transmitido às altas horas da madrugada. Porém, uma pequena ajuda de seu carrasco, o Barriga, fez mudar a vida do pobre homem. Após submeter-se a estudos sobre o mercado imobiliário, Madruga virou sócio dos empreendimentos de seu Barriga. Acabou enriquecendo ao negociar lotes emprestados por seu mentor. Após certo tempo, com a crise financeira vivida por Seu Barriga, resolveu alugar sua antiga casa na vila ao chefe, como prova de sua gratidão. Mora sozinho, afastado da vila, e atormentado pelo abandono da filha.

Barriga – Seu Barriga foi um empreendedor fracassado. Apesar de sua aparente prosperidade na época da infância de Chaves, mudanças sócio-econômicas e crises políticas no México afundaram os negócios do gordo. Logo, o crescimento da pobreza no país refletiu na vila, tornando-a um local violento e inseguro. Com isso, seu maior bem imobiliário perdeu grande valor. Para completar, foi premiado com a surpresa da doença do filho. Acabou pobre, morando na vila e sustentando os custos da doença do filho.

Chiquinha – A anterior menina levada e malandra passou por mudanças gigantescas em pouco tempo. Mãe precoce, engravidou de um rapaz desconhecido que nunca mais viu, desde o ato. Envergonhada pelo fato, escondeu a verdade do pai o máximo que pôde. Quando a barriga passou a denunciá-la, resolveu fugir de casa e morar com as tias. Nunca se arrependeu.

Florinda – Nenhuma relação se sustenta de agrados, flores e cafézinhos. Foi isso que Florinda descobriu ao se casar com seu dito “par perfeito”. As estranhices do professor, aliadas à sua péssima relação com Quico, geraram um divórcio em menos de 1 ano. Atualmente vive sozinha, ainda na vila.

Quico – Tesouro da família, o garoto cresceu e finalmente sentiu a falta do pai. Em homenagem ao finado, resolveu estudar em um colégio militar e se formou em engenharia naval. Orgulho da mãe, conseguiu ter um futuro próspero, bem longe da vila.

Muitos outros personagens do universo de Chaves também merecem um final, mas não cabe a este espaço inventar tanto desastre pra pouca gente. Concorda? Discorda? Não deixe de comentar.

Até a próxima.





Pode ou não pode?

20 08 2008

Em uma das aulas mais inúteis da história da faculdade(na minha opinião), Cristianismo, o professor catequizava ensinava que, segundo Jesus Cristo, o Pai possui infinita bondade e diferente forma de julgar as coisas. Em outras palavras, o “Grande Chefe” não se importa se uma pessoa passou a vida toda devota a ele, ou se foi um terrível assassino maléfico: ambos podem ser aceitos no céu, desde que renunciem à fé(em qualquer momento da vida).

Pois bem. Segundo a bíblia, em uma de suas reuniões-pregações da palavra, Jesus contou uma das mais famosas parábolas da história: o filho pródigo. Para quem não conhece, aí vai um mega-resumo:

- Era uma vez uma família rica, em que viviam um rei com seus 2 filhos(as mulheres eram desprezadas na época, portanto a esposa do rei não entra na história). O primeiro filho era leal ao seu pai e vivia ajudando-o. O outro era mais punk e só queria saber de putaria. Certo dia, o filhinho revoltado resolveu pedir sua parte da herança da família, antecipadamente. O pai relutou no ínicio, mas resolveu fazê-lo. Então o revoltadinho saiu do reino e resolveu curtir a vida, de forma irresponsável. Gastou tudo em jogatina, putaria e muita bebida. Em pouco tempo perdeu toda a grana que tinha, e passou a viver como miserável. O pior de tudo é que o cara ficou envergonhado em voltar pro reino do pai e fingir que nada havia acontecido. Daí teve uma idéia: voltaria sim, mas como um humilde serviçal, pois não era digno de algo mais que isso. O rapaz volta ao reino do pai, e quando entra, se ajoelha diante do dito-cujo e pede ajuda da forma como havia pensado. Porém, o pai o recebe de braços abertos, dá o melhor pano que tinha, a melhor comida e o aceita como filho de novo. Moral da história: o irmão do revoltadinho acabou se tornando um tremendo de um otário. Além de ter vivido fielmente nas asas do pai, ainda teve que dividir a sua 1/2 herança com seu irmão safado. Ou seja, em termos “bíblicos”, o Pai aceita a todos, não importa quem seja ou o que tenha feito.

Após contar essa história, alguns alunos indagaram o professor à respeito da conclusão. “Ora, se for assim um bandido que mata dezenas de pessoas tem o mesmo direito de entrar pro céu que uma pessoa bem-intencionada?” – ao que o professor responde – “Sim, por isso eu disse que Ele possui uma outra forma de julgar as coisas! Lembrem-se do momento da morte de Jesus na cruz, quando o mesmo perdoa um assassino que estava sendo crucificado ao mesmo tempo que o próprio. As leis Dele são diferentes das nossas!”

Pois isso me parece uma tremenda contradição. Se Deus perdoa qualquer um que renuncia, se Ele possui leis próprias, como pode o MESMO Deus ter criado 10 mandamentos(leis supremas para seguir o que ele chama de “caminho ideal do Homem”), dizendo neles que “Não Matarás”, ou “Não cobiçarás a mulher do próximo”. Ora, ele proibe e depois permite? Alguém pode me explicar?





Liar

18 08 2008

Questionado sobre minha conduta, resolvi refletir aqui à respeito. Nada demais, apenas um esclarecimento.

“Mau-caratismo” chega a soar forte, mas foi o que “senti outros sentindo de mim”, certo dia. Não fosse por saber de tudo que ocorreu, até classificaria assim uma pessoa com as atitudes que aparentei ter tomado.

“Ora, como pode não se importar com os outros de tal maneira? Como pode ser tão imbecil a ponto de ignorar os outros dessa forma?” – Pois é, dá pra pensar dessa forma. Mas imprevistos acontecem sim, e, pela própria definição, em qualquer momento, por mais calmo, agitado, estranho ou normal seja o dia.

Conclusões da história:

Já pedi e ainda vou pedir novamente: devo desculpas à alguns, e peço aqui. Tenho consciência de que o que ocorreu por fora não justifica minha ausência, e por isso mesmo espero compreensão.

Já não senti de alguns, e isso até me incomodou, mas espero confiança. Não quero enganar ninguém, nem inventar histórinhas como criancinha. Se sou um mentiroso, então não conte(m) comigo mesmo.

Finalmente, não sei se é uma ponta de orgulho, mas tenho um pavio bem curto pra certas coisas, e a quase transparente intenção de me classificarem mau-carater é uma delas. Me desculpem à(s) pessoa(s), mas não gosto disso, e não pretendo cultivar esse tipo de coisa. Digo isso com toda humildade, encerrou-se. Outras formas geométricas também se sustentam muito bem.





Resultado

13 07 2008

Fudeu. Chegou o dia de ver o resultado. Decepção novamente? Ou sinal de mudança dos tempos? – A anterior tranquilidade é invadida por meus anseios. Parece que o medo torna a possibilidade de fracasso tão presente quanto a de sucesso. Um flashback da vida não me passou pela cabeça, mas eu parecia uma criança com medo de escuro.

“O resultado do dito-cujo estará no painel!” – afirma o carrasco, dias atrás. Esse painel ficava dentro de um edifício familiar, com nome de bairro.

Subi escadas, entrei no edifício. Mais escadas, precisava subí-las para alcançar o andar certo, que armazenava o painel “divisor de águas”. A cada passada, um peso maior por degrau provocado pela minha ansiedade(ou um claro sinal de meu sedentarismo). Ao chegar no andar correto, percebo que ainda estava distante do tal painel de resultados, presente no outro lado do corredor.

Caminhando. Caminhando e rezando. Quem diria? Eu, um cara razoavelmente cético, me rendendo a todas as orações que recordava(maldita lavagem cerebral de colégio religioso).

Quando cheguei ao painel, procurei lê-lo com certa calma. Mas não por muito tempo. A lista de nomes, muitos acompanhados da palavrinha “FINAL” ao lado me abalava. Descendo até a letra “G”, encontro, enfim, meu registro. Nada de final, passei!

* Obs: Ok, o texto ficou um tanto forçado, até bobo. Quem fica loucamente preocupado por causa de uma nota de prova? Bom, digamos que eu estivesse tentando me livrar de um fantasma passado…e númerico!

!DESCAR-MÍDIA!

Nessa semana, um vídeo de um camarada que não sei porque ainda não foi encontrado morto por aí. Falando assim, dá pra perceber que o cara não deve ser muito querido, certo? É o controverso homem -”Will it Blend”. O cara, um total desocupado, adquire produtos muito cobiçados pelas pessoas(ou até outras coisas loucas), e os destrói dentro de um liquidificador. Daí o nome “Will it blend?”. ou algo como “Vai misturar?”. Pense em alguma coisa que você desejou muito quando lançou. Agora pense em um babaca que resolve comprar tal coisa ANTES de você e simplesmente resolva destruir o objeto por puro prazer? Bom, pelo menos o cara deve ganhar pra isso…

(Você quer muito um Iphone 3G? Então assista isso!)

!DESCAR-NEWS!

Muitas vezes não entendo esse “mundo das celebridades”. É um verdadeiro palco de circo, em que seus integrantes são expostos sem o menor pudor. Os artistas principais, aqueles que possuem fã-clubes e fanáticos por qualquer nova informação, sempre causam certo furor por qualquer bobagem, até mesmo em situações absolutamente comuns do dia-a-dia, como compras em um supermercado e etc. Destaco aqui a quantidade de notícias que rodeiam o nascimento dos gêmeos de dona Angelina Jolie, gerados com seu marido não menos famoso, Brédi Pitta(envolvido nos esquemas de Daniel Dantas).

(Link: http://ego.globo.com/Gente/Eventos/0,,LEV56-9806,00-NASCIMENTO+DOS+GEMEOS+JOLIEPITT.html )

Eu até iria destacar mais alguns links sobre esse “evento”, mas o site acima já demonstra toda a “RELEVÂNCIA” da situação. Insisto que o leitor acesse o site(copie o link e cole no browser). Observe o teor de cada notícia, a maneira como tratam a história. Beira ao imbecil, mas quem se importa? São estrelas!

* Comenta-se que qualquer foto dos novos filhos do casal Hollywood valha alguns milhões de dólares em leilão!

Até a próxima! Comente!





Vous pouvez couper mes cheveux ?

25 05 2008

Esses dias(bem, foi no último Sábado) aproveitei um tempo disponível e resolvi cortar as más-deixas capilares. Salãozinho bacana, no coração de Jacarepaguá(ou pelo menos é o que alguns dizem da Freguesia – eu discordo), pedi o corte e sentei no banquinho. Toalha sobre o corpo, aguardando o tempo passar(e o serviço também)… Não sou daqueles que ficam puxando papo com a cabelereira, ainda mais porque não acompanho a novelinha das 8, e nem conseguiria deslanchar um bom papo sobre futebol(preconceitos à parte :D ). Na espera, lembrei de uma situação muito estranha, em terras distantes. Um típico corte de cabelo americano.

Pensamentos voam e me fazem lembrar de um certo dia em que tive que cortar o cabelo, nos Eua. Estava eu na Flórida, batendo pé na rua pra conseguir emprego(experiência única proporcionada pela “excelente” agência de turismo que me enviou ao inferno). Após obter sucesso na busca, foi-me imposto que qualquer funcionário deveria estar “limpo”, dos pés ao cabelo. Sem alternativa, tive que cortá-lo.

Ok. Parecia fácil, não? Os salões de beleza deveriam ser iguais aos daqui. Engano meu… O único coiffeur que encontrei foi dentro de um saudoso Wal*Mart, perto de casa. Além do salão haviam outras lojinhas agregadas ao supermercado, como uma ótica e um McDonald’s(mas que surpresa).

Entrei no salão. Parecia mais uma loja, com todos aqueles produtos “embeleza-barro” comuns, cremes, loções, shampus… algumas cadeiras no canto(para cortar o cabelo, de fato) e 1 única atendente. Esta humilde senhorita, uns 30 anos, afro-descendente e obesa por opção, representava bem a típica americana moderna. Curtia um hip-hop tocado por seu radinho, copo(ou vasilha?) de 3L de Coca na mão e um cabelo realmente estranho. Aliás, não dava nem vontade de cortar o pelo ali, só de olhar pro cabelo torto da moça. Por falta de opções, segui em frente.

Cheguei e falei, em flunte inglês de mexicano “Corte meu cabelo curto, por favor” – ao que a moça me olha com estranheza. Ela indaga: “O que? Não, pega logo uma revista e escolhe.” – Como assim? Não entendi no momento, achei que bastava pedir o tipo de corte e pronto. Enfim, peguei uma das revistas. Era uma espécie de livro mostruário, com fotos de modelos em cortes variados. Veja bem, não acho isso nada comum aqui, mas fiz o que ela pediu. Escolhi uma foto com um cara de cabelo curto de certo estilo. A moça acena, concordando. Uma mão segurando sua Coca, pega uma máquina de cortar com outra. Em 5 minutos, e de qualquer jeito, a mulher passa a máquina feito louca, enquanto bebe com a outra mão.

Foi ridículo. Além de vivenciar a diferença “cultural” em relação ao Brasil, saí de cabelo curto, nada parecido com o cabelo do modelo da foto, e ainda paguei uma grana. Pra que escolher, entre 200.000 fotos, uma que eu desejasse, se no fim das contas saíria tudo a mesma coisa? Mais fácil era comprar uma tesourinha de cortar pêlo de nariz e fazer tudo por conta, em frente a um espelho.

!DESCAR-MÍDIA!

Nota: Novidade em meu humilde blog. O antigo “Descarga Recomenda” passa a se chamar “Descar-mídia”, e adicionei um novo pequeno artigo, “Descar-news”.

Bateu uma saudade de Chapolin/Chaves esses dias… Infância boa, o programa de maior vício entre crianças brasileiras da década de 90(isso porque não estou contando com Cavaleiros do Zodíaco). Um breve vídeo de um episódio do Chapolin, daqueles que ficam guardados na memória!

!DESCAR-NEWS!

Novidade do blog, recolho notícias legais(ou apenas bizarras mesmo) para deleite e exposição.

Link: (http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL534212-6091,00.html)

“Família cria hipopótamo dentro de casa na África do Sul”

Acho que estamos diante de uma revolução nos lares. Insatisfeitos com apenas animaizinhos pequenos, como cachorros ou passarinhos, a nova moda é criar bichinhos de…porte maior em casa. Só não me perguntem como essa família louca faz pra limpar os dejetos do animalzinho, por toda a casa.


Até semana que vem!

*Esse blog não é uma tentativa tosca de copiar outros como Kibeloco, procuro trabalhá-lo de um jeito bastante pessoal. Todos os direitos não são autorizados, nem preservados. :D





O otário

18 05 2008

O otário

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O otário pensa que é esperto

O otário pensa que é malandro

O otário acha que abafa

O otário acha que engana.

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O otário finge que saca

O otário finge que manja

O que o otário não sabe

É que nem ele mesmo se entende.

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O otário nunca deixou de ser

Otário do jeito que é

O otário é o que é

O otário é… um otário.

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!DESCARGA RECOMENDA!

Sátira de boa qualidade do filme Exterminador do Futuro, é um pequeno vídeo que coloca nosso eterno ídolo Arnold, na época de Jesus Cristo! Vale conferir!



Hasta! Comentem.





Meu combustível

12 05 2008

Depois de uns dias fora, o blog está de volta! Não me culpe, período de provas faz agente mudar a rotina… E falando nela, é o assunto da vez. Antes de mais nada, eu sei que o caro leitor já pensou em qualquer coisa maliciosa quando leu o título. Essa NÃO é a idéia, não dessa vez(hehehe).

Depois de minusciosa pesquisa, aproximados 20 anos, finalmente descobri o que realmente me traz satisfação no dia-a-dia: a mudança!

Não há nada mais excitante do que a quebra de rotina. Nem que seja por besteira, alguma pequena mudança. Um trajeto diferente no caminho, um outro jeito de se observar as coisas, diferentes atitudes. Não há limites, o importante é que um dia não seja igual ao outro!

Até parece maluquice pensar dessa forma. “Ora, vou experimentar caminhar pelo outro lado da calçada quando estiver caminhando para a faculdade! Mas que mudança!” – Acho até que isso seria loucura, ou transtorno obsessivo compulsivo. Mas não deixa de se tornar uma loucura necessária, ainda mais se a pessoa leva uma rotina escrotamente igual a meses, anos!

(Melhor é Impossível – Jack Nicholson, o louco!)

Não sou daquelas pessoas defensoras do Carpe Diem(e quem é que consegue realmente seguí-lo?), mas uma coisa é certa: passar a vida toda sem aventuras não dá. O risco está sempre aí presente pra nós, o mais interessante é transpassá-lo e, quando olhar pra trás e ver tudo que passou, rir do estresse, ironizar a tristeza!

(Ferris – Curtindo a vida adoidado)

Mas, pra falar a verdade, há muito o que se pensar sobre o risco em si. Será que vale tanto a pena? Dependendo do que seja, já vimos e ouvimos casos bons e ruins. Pessoas que se arriscaram e se deram bem, outras não estão mais aí pra contar história. Cabe à própria pessoa decidir o que quer… o medo/vergonha podem fazê-lo exitar, o bom senso pode te avisar. Mas não importa, o que realmente não pode ficar é o arrependimento. Arrependimento por não ter feito tal coisa, ou por ter feito.

Qual é o seu tipo? Gosta de arriscar coisas novas ou prefere a segurança da rotina planejada? Acho que estou mais para o partido dos aventureiros, e que venham as novidades e mudanças!

!DESCARGA RECOMENDA!

Uma música pra lá de emocionante. No momento certo, é capaz de arrancar lágrimas ou encher os olhos até dos mais brutos e frios. A obra-prima do falecido mestre Pavarotti, eternizada na memória dos fãs! O nome da música é Nessun Dorma. Vale a pena, escute até o fim.

Até semana que vem, e comente!





Sonho Americano

28 04 2008

A busca por estabilidade financeira e oportunidades de crescimento pessoal sempre foi um elemento-chave na vida das pessoas, em geral. De diferentes formas e ações, procuramos nos satisfazer sempre que possível, levando-se em conta um provável futuro feliz ou, ao menos, minimamente próspero.

Desde algumas décadas atrás, particularmente a partir do pós-2a Guerra, observamos a “subida” americana ao trono de potência mundial. De conolizado, o país se tornou independente e poderoso. Através de propaganda massiva governamental, aliada a vários tipos de mídia na época, como o cinema, a população mundial passou a enxergar os EUA como país-forte, exemplo de mundo. Ora, qual país forneceu apoio financeiro para a reconstrução estrutural dos países europeus, abalados pela guerra? Veja bem, não estou levando em conta que os americanos não são um poço de bondade, mas sua força é incontestável. Portanto, a soberania americana se tornou um grande chamariz a imigrantes, incluindo brasileiros.

(He wants to fuck you!)

Arrisco uma pergunta. Responda, mentalmente: qual é a primeira coisa que lhe vem a cabeça quando você escuta as seguintes palavras: Governador Valadares? – Bem provavelmente deve ter pensado em “imigração”, “Eua” ou qualquer coisa relacionada. Pois bem, essa cidade mineira é muito famosa por “desconcentrar” muitas pessoas que arriscam a sorte nos Eua.

Muitos imigrantes acreditam na aparente vantagem financeira de se trabalhar para americanos. A príncipio, através de trabalhos operacionais, pode-se obter uma renda múltiplas vezes maior do que a de um trabalhador brasileiro realizando o mesmo tipo de serviço. Como exemplo, podemos comparar um faxineiro americano e um brasileiro: levando em consideração que o americano possui uma base salarial variável a 7 dólares/hora(considerado baixo no país) com 1 dia de folga por semana. Trabalhando 8 horas por dia, em 1 mês ganharia em torno de U$1300, o equivalente a aproximados 2200 reais, contra modestos R$300 de um faxineiro brasileiro, em média. Ora, mas o que estamos esperando?! Façamos as malas! Esse tal de Eua é muito melhor! - Não é bem assim…

Pensando nesse assunto, passaram-me pela cabeça experiências pessoais naquele país. Vivi na terra do Tio Sam durante 3/4 meses, “brincando” de imigrante foragido. Meu trabalho de faxineiro/gari nunca me foi agradável, mas nem por isso vacilei. Com o salário que ganhava, podia comprar muita coisa. Tudo parecia fascinante, melhor. O problema é que, quando você realmente entra no sistema, e vê tudo além do véu de noiva, o chamado Sonho Americano parece se transformar em pesadelo. Não estava ali tentando construir uma vida, já possuia toda uma base no Brasil, muito mais importante que o que de fato criei nos Eua. Porém, parecia irresístivel pensar uma vida naquelas terras. Serviços bem prestados, tranquilidade, tudo parecia melhor que o Brasil.

Por outro lado, observei amigos se tornarem semi-escravos. Companheiros que decidiram ficar por lá, tentando uma vida “de primeiro mundo”, acabaram por se tornar reféns do tal “Sonho”. Digamos que Tio Sam está mais para Freddy Krueger que qualquer outra coisa. Um de meus amigos, analista formado e empregado no setor público brasileiro simplesmente largou tudo e, atualmente, é carregador de malas em um hotel na Florida. Sua esposa, advogada formada, trabalha como garçonete em uma pizzaria. Ambos trabalham por volta de 10 horas por dia, para conseguir sustento e uma graninha extra no fim de mês. Por causa dessa pesada rotina, acabam por dormir muito mal durante a semana, além da péssima alimentação diária. Com o salário, alugam uma casa com mais 3 estrangeiros semi-legais. Plano de saúde? Possuem um tão básico que mal cobre uns 3 dias de internação por gripe em um hospital. Veja bem, esse caso é realmente comum, acontece com muitos estrangeiros, inclusive outros conhecidos meus. Lembro-me até de comunidades brasileiras(e religiosas) que se juntavam 1 vez por mês com o objetivo de ajudar os brasileiros fudidos por lá. Desde comida até moradia e trabalho, valia tudo!

Por essas e outras, estou convicto em dizer: Não há sonho americano! Dos muitos que tentam a sorte no Norte, poucos conseguem ser bem sucedidos e realmente felizes. A maioria mal consegue sobreviver, ou volta pro país de origem. O casal o qual me referi acima é um bom exemplo disso: Aonde estará o planejamento familiar? E os filhos? Saúde? Será que conseguirão trabalhar com mesmo vigor físico e mental durante muitos anos? Duvido. O “Sonho Americano” se tornou uma grande ilusão. E não é a toa que o fluxo está mudando: Por causa da crise, muitos brasileiros estão saindo dos Eua e voltando pra casa.

!DESCARGA RECOMENDA!

Esse vídeo é MUITO bom e tem tudo a ver com o post da semana. É um trecho do filme “Tiros em Columbine” do americano-reclamão Michael Moore. O vídeo mostra uma animação feita para o filme, contando uma espécie de resumo da história americana. Vale a pena, clique e assista!

Please, don’t forget to comment! See ya next week!





Orkutionalities !

21 04 2008

(Who do you really know?)

Bem-vindo caro leitor, ao post da semana! De praxe, adianto: Todo conteúdo explicitado aqui é meramente opinião do autor, nada mais!

Orkut. Uma rede virtual de relacionamentos, com a função de… de… Ora, qual será a função do orkut, para seus usuários?

Normalmente o que se ouve(ou lê) por aí é:

  1. “Eu criei um perfil de orkut meu porque assim posso falar com meus amigos, ou encontrar amigos antigos que não vejo mais!”
  2. “Eu estou no orkut porque gosto de bisbilhotar os outros!”
  3. “Eu gosto do orkut porque posso obter informações em comunidades e fóruns!”
  4. “Estou aqui para conhecer amigos novos, ou passar o tempo mesmo!”

E por aí vai… Enfim, os inúmeros fins para se criar um perfil de orkut levaram-me a observar as personalidades que surgem naquele site, todos os dias. Assim, os chamei de “Orkutionalities”, o padrão de usuários, conforme seus objetivos.

Vamos aos típicos Orkutionalities:

  • Usuário tradicional

Quem é: O usuário tradicional é, em média, o mais facilmente encontrado no site. Pessoas com idades entre 15 e 30 anos, que possuem uma quantidade razoável de comunidades, quantidade de amigos entre 100 e 300. Não há um jeito único de definí-lo, varia muito de pessoa a pessoa.

  • Fake

Quem é: Normalmente não possue uma conotação correta para classificá-los, pois são pessoas completamente desconhecidas. Note que, no mínimo, o criador do perfil fake deve ser um usuário frequente do site. Normalmente os fakes usam a imagem de personagens populares(há excessões).

  • Popular ou “Popular”

Quem é: Usuários realmente populares, ou pseudo-populares possuem muitos amigos(ou simplesmente adicionam conhecidos de balada a esmo). Normalmente, de 400 pra cima. O que se pode observar destes é que possuem muitas fotos, milhares de scraps e, em alguns casos mais de 1 profile! Pra alguns, estar nesse “nível” é um verdadeiro bom status orkutico.

  • “Excessivamente popular”

Quem é: Uma variação do usuário “popular”, mas em proporções muito maiores. Esse sim, gosta de ter milhares de “amigos” de todas as partes, tem vários perfis, milhares de scraps e comunidades. Seriam pessoas que se acham “famosas”?

  • Usuário exclusivo

Quem é: Esse tipo de usuário é facilmente identificável. É o tipo que, em alguns casos, nem faz tanta questão de ter um perfil pessoal: prefere usar o orkut pra outras coisas, que não sejam a divulgação de sua imagem. Ou seja, costumam ser usuários que não colocam fotos pessoais no álbum, nem foto de si mesmo no perfil. Possuem poucos amigos, em geral 100 ou menos. Inegável dizer que muitos deles são, de alguma forma, tímidos na vida “real”. Encontre muitos destes em comunidades de Rpg, filmes como Star Wars e videogames.

  • Quarentões, Cinquentões ou +

Quem é: A minoria do orkut. São os adultos que conseguiram se deixar contagiar pelo vício dos filhos. Repare que, quanto mais velho for, maior a probabilidade do orkut ser gerenciado por outra pessoa mais jovem, não a própria. Um bom exemplo seria o orkut da vovózinha que não sabe nem o que é internet mas tem o seu(malditas netinhas)! Os “idosos” do orkut costumam ter poucos amigos(óbviamente, pessoas de mesma idade que estão no site são poucas), muitas fotos de filhos, família e viagens em seus álbuns. Normalmente possuem poucas comunidades adicionadas, e tampouco participam de fóruns.

Mas o que seriam das Orkutionalities sem suas criativas modinhas? Repare, leitor, que o orkut gerou hábitos a seus orkuteiros. Esses hábitos moldaram as personalidades acima.

Mais ou menos, por linha de tempo, destaco as modinhas que me saltaram a atenção(tente lembrar!):

  1. A primeira modinha foi o estopim de toda a brincadeira: O mundo Brasil foi apresentado ao Orkut. Quase que imediatamente, todos queriam ter uma conta no site! O problema é que era necessário um convite, o que gerou um verdadeiro caos, com o passar do tempo.
  2. Aos poucos a crise dos convites foi amenizada, e muitas pessoas já tinham se estabelecido no site(calculo que em 2004, aproximadamente). A modinha então, se voltou para o perfil. “Quem sou eu” passou a ser o foco das atenções. Cada um com uma resposta mais “criativa” que outra. Enjoou rápido.
  3. À seguir, uma modinha das mais contagiantes do site: a maldita sede por gelinhos/smiles/corações. Usuários se esgoelavam pra conseguir o máximo de símbolos possíveis, pois parecia explicitar a personalidade de cada um. Fulaninho com poucos smiles: De pouca confiança, poucos amigos. Zezinho com poucos gelinhos: Pessoa chata, antipática. Zicrano com poucos corações: Feio. A obsessão por símbolos foi alta e duradoura, mas passou com o tempo. Ufa, ninguém aguentava mais ser adicionado por um amigo chato e pedinte(“Por favor, me adiciona e ponha os símbolos no máximo pra mim, por favor!”)
  4. Depois dos símbolozinhos, mais um parecido: os fãs de fãs. Passou a ser uma questão crucial ter vários fãs. Para muitos, era um status de popularidade, no mínimo.
  5. Com o tempo, e estabilidade do site, muitas modinhas mais “modernas” foram surgindo ao mesmo tempo: a moda dos scraps(quanto mais melhor), em que se preferia conversar no orkut a usar Msn(um detalhe interessante: essa moda se “inverteu”, mais tarde: muitos passaram a esvaziar seus scrapbooks, sempre com o aviso “leio e apago”) ; moda das comunidades(novamente, quanto mais melhor), sem qualquer motivo aparente, apenas pela quantidade ; moda das fotos, era OBRIGATÓRIO lotar o álbum com suas 12 fotos-limite(hoje em dia o bacana tem que ter mais de 100) ; moda dos Depoimentos(pra se mostrar uma pessoa querida, especial) ; moda dos milhões de amigos ; moda das comunidades criativas ; moda das palavras coloridas, das fotos maiores, que giram ; moda das fotos “cadeadas”… e por aí vai.

O que o futuro reserva às Orkutionalities? Mudanças. Google promete muitas novidades para 2008, principalmente em relação à customização pessoal. Cada vez os orkuteiros poderão deixar seus perfis mais únicos(vide MySpace). De quebra, uma prévia: Uma espécie de banner embaixo do nome, em que se põe qualquer coisa(imagens também), planos de fundo pessoais e músicas na pagina principal.

Concorda? Discorda? Não deixe de comentar!

!DESCARGA RECOMENDA!

Essa semana, uma pancada! A banda The Used, até pouco tempo desconhecida pra mim, revelou-se excelente! Adorei a energia das músicas, com tons meio “dark” em certos momentos. Eu recomendo!

Até semana que vem!





Déjà Vu

14 04 2008

“-Então, quanto deu a conta? – Hmm… o total é 90, se agente dividir dá uns 8 e alguma coisa pra cada! – O que? Não, doido! 7×10 não chega nem a 90, vai dar uns 12…”

Déjà Vu, em minha recente amada língua francesa, significa algo como “Já visto”, ou seja, alguma coisa que uma pessoa acredita ter um conhecimento(visual) anterior. É, também, o nome de um fenômeno psicológico que a ciência possui certa dificuldade em interpretar. Claro, já existem algumas teorias.

 

(cena do filme Matrix)

Mas o que diabos é esse efeito Déjà Vu?  É a sensação de já ter estado em um determinado lugar ou já ter vivido certa situação presente, quando na realidade isto não era de conhecimento anterior. Em alguns casos ocorre a habilidade de predizer os eventos que acontecerão em seguida, também conhecido por premonição. Outras vezes, a pessoa pode determinar o tempo exato e o local onde a experiência original ocorreu.

Muito se fala sobre esse efeito. Algumas pessoas costumam “sentir” Deja Vus com frequência e grande intensidade, outras sentem um pouco(parece ser a maioria), e outras nunca sentiram. De fato, de 60 a 70% da população admite ter sentido algum Deja Vu durante a vida. Algumas variações menos populares do fenômeno também são consideradas, como o Deja senti(já sentido) e Deja Visité(já visitado).

Algumas teorias elaboram formas de se observar e classificar os tipos de Déjà Vu que sentimos. De forma ampla, há uma divisão entre Deja Vus associativos e Deja Vus biológicos. Os associativos, mais comuns, ocorrem quando a pessoa sente, experimenta ou vê algo que desperta uma sensação de que a mesma já tinha vivenciado aquilo anteriormente. Parece que a memória cerebral é a grande responsável pelo efeito, nesse caso. Já o biológico, mais sério e intenso, ocorre quando uma pessoa está em situação de alto risco e estresse, fazendo com que a mesma tenha a sensação de Deja Vu. Nesse caso, o cérebro associa a situação aos possíveis riscos e possibilidades de seu fim. Alguns exemplos disso: quando nossas vidas, “passam como flashbacks” momentos antes de morrer(bem cinematográfico), quando um zé bebum acorda dizendo que foi abduzido por ETs ou, no melhor dos casos, quando você chega em um local estranhamente familiar, e sabe exatamente o que há ali. De uma forma geral, os psicólogos consideram o efeito a partir de um lapso cerebral, em que o cérebro meio que demora a registrar alguma imagem, som ou cheiro(coisa de milésimos de segundo) e nos passa essa informação atrasada. Dessa forma, pensamos que estávamos em tal local(ou sentimos tal cheiro ou som) há semanas atrás, quando, na verdade, não é nada disso.

Alguns fatores contribuem com a possibilidade da sensação de Deja Vu. Um deles é a idade, mais comum entre pessoas de 15 a 25 anos. Outro fator, que considero mais intrigantes, na visão de cientistas, é a alta renda das pessoas. Isso mesmo. Alta renda em grana. Os caras consideram que as pessoas mais “favorecidas” viajam mais e possuem níveis educacionais mais altos, portanto possuem, no mínimo, uma imaginação maior e mais ativa. Até faz algum sentido, mas não deixa de ser meio preconceituoso. Ah! Dizem também que quanto mais “mente aberta” você é, mais chances você tem de viver um Deja Vu.

Deixando um pouco de lado a ciência, que possui pelo menos mais umas 40 teorias a respeito, existem pensamentos mais “religiosos” que também são interessantes. Até quem não sabe já pode ter uma idéia do que é né? Espíritas acreditam na possibilidade de que, se sentimos um “Deja Vu”, podem haver 3 significados: Ou seria uma espécie de conexão e associação à memórias de outras vidas do espírito, ou seriam outros espíritos tentando comunicar uma informação importante à pessoa, ou, finalmente, não passaria de uma ilusão provocada por nossa mente fértil. Mais fácil escolher a terceira opção!

 

Bom, caríssimo leitor, o motivo de ter estudado e escrito a respeito desse tema foi, justamente, porque senti um “Deja Vu” relativamente intenso, durante a semana. A situação em si já foi descrita no iníciozinho do post. Estava eu almoçando, com o pessoal do trabalho. Quando fomos pagar a conta, resolvemos dividir o valor total entre as pessoas. Fiz a conta rapidinho, pra ver quanto dava, e acabei errando. No momento em que pensei no valor, já sabia que havia algo familiar ali. Quando me dei conta, estava tendo um “Deja vu” e insisti na situação imaginada, para que eu pudesse confirmar minhas “previsões”. Resultado: tive uma nítida sensação de que já conhecia aquele ambiente(um restaurante), mesmo antes de frequentá-lo, e já sabia tudo o que ouviria na situação. Propositalmente, segui o “roteiro” do Deja Vu, e confirmei minhas suspeitas.

E você, leitor? Já teve Deja Vus também? Conhece alguma boa história pra contar aqui,a respeito do assunto? Não deixe de comentar contando suas experiências!

 

!DESCARGA RECOMENDA!

Escolhi um vídeo que tem tudo a ver com o assunto do post. É um trecho de episódio do programa de Tv dos humoristas ingleses conhecidos por Monty Phyton. Os caras são famosos por lá, possuem diversos filmes. É inegável dizer que eles possuem algum material interessante, mas a verdade é que a maioria é porcaria sem graça, vai entender… Enfim, esse vídeo é bacana, legendado. Uma cortesia de Tapioca Studios.

* PS: Ofereço um prêmio especial ao leitor que conseguir traduzir o que disse o cara vestido de Papa, por volta de 3min de vídeo! Responda corretamente, até Sábado(dia 19) e reclame seu prêmio!

Até a próxima semana! COMENTEM!

** Atualização 15/4

Caríssimos, estou acompanhando a evolução da minha divulgação viral do vídeo da semana(o déja vu de Monty Phyton) e tenho o orgulho de anunciar mais um sucesso, após o estrondoso “A verdade sobre Capitão Nascimento”.

(Mais vistos do Youtube.com.br(hoje), sessão de Humor)

(Na lista dos mais vistos do dia no Geral)

(Na lista dos mais adicionados como favoritos também)

http://www.orapois.com.br/humor/piadas/videos-engracados/deja-vu_id43289_p0_mc0.html

(O vídeo foi associado ao famoso site de comédia Orapois)

http://www.piadasonline.com.br/Mostra-Video-Engracado.asp?deja-vu

(o site www.piadasonline.com.br também adicionou o vídeo! E ainda é capa do site!)

Sucesso!